segunda-feira, 13 de junho de 2011

Exposição de reaproveitamento de materiais

Em culminância da semana do meio ambiente, as escolas realizaram uma exposição com reaproveitamento de materiais. Montaram estandes as Escolas: Estadual Tiradentes, Estadual José Ponciano, Estadual Marquês de Abrantes e Municipal Antônio Guimarães de Carvalho.
Seguem algumas fotos dos estandes.









































Semana do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou que neste período em todo território nacional se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente. Atualmente, a causa ambiental está sendo o centro de muitas discussões entre órgãos públicos, iniciativa privada, organizações não governamentais e comunidades locais. Tomar atitudes individuais em prol da preservação do meio ambiente é um grande passo nessa grande luta que se estende por todo o mundo, ajudando a desenvolver a economia e a qualidade de vida das pessoas. A responsabilidade social tem impulsionado a cada ano a participação das Instituições, principalmente as educacionais que buscam difundir o conhecimento a cerca do Meio Ambiente em busca do tão sonhado desenvolvimento sustentável.
Este ano a Escola Estadual Tiradentes novamente participa da mobilização pelo meio ambiente, juntamente com as outras escolas de Ensino Fundamental II da cidade de Rio Real.
Confira as fotos.





























segunda-feira, 6 de junho de 2011

Histórico de Rio Real


Rio Real Ba

Histórico

O que se conhece da vida Histórica deste município basea-se mais na tradição do que mesmo em fatos. Segundo tradição local, existiu em épocas remotas, no lugar onde hoje se encontra edificada a cidade, um brejo denominado "Brejo Grande", que devido à pureza de sua água servia para abastecer os moradores da circunvizinhança. Com o decorrer dos tempos, desapareceu parte desse brejo e às margens do que dele restou surgiu o povoado de Brejo Grande, mas tarde Barracão e atualmente Rio Real.

Entretanto, o que se sabe de concreto é que o território do atual município deve a sua penetração e colonização a brasileiros, descendentes diretos de portugueses, que ali se fixaram, utilizando elementos negros e indígenas, domesticados na prática da agricultura, considerada até hoje, como a principal atividade do município.

O povoado de Brejo Grande, devido a seu desenvolvimento, foi em 1855, através da Lei Provincial n° 538 de 08 de maio, elevado à categoria de freguesia, sob a invocação de Nossa Senhora do Livramento de Brejo Grande. A freguesia conheceu o seu primeiro Vigário na pessoa do Padre Manoel José Escorrega.

Decorrido 25 anos da sua elevação á categoria de freguesia, foi o povoado de Brejo Grande elevado à categoria de Vila, com o nome de Barracão, pela Resolução Provincial n° 1991, de de julho de 1880, que também criou o município da mesma denominação e formato com território desmembrado do município de Itapicuru, ocorrendo a sua instalação em 16 de maio de 1822.

A Vila de Barracão recebeu o nome de Rio Real pelos Decretos estaduais números 7.455 de 25 de julho de 1931 e 7.479 de 08 de julho do mesmo ano, que também mudaram para Rio Real o nome do município e a ele anexaram os territórios dos municípios de Jandaíra e Itapicuru. Mais tarde, pelo Decreto Estadual n° 8.104 de 19 de julho de 1932, o território do distrito de Cajueiro (criado pela Lei Estadual n° 1941 de 22 de abril de 1927), do extinto município de Vila Rica, foi anexado ao município de Rio Real. No mesmo ano, o Decreto Estadual n° 8.233 de 27 de dezembro, criou no município a subprefeitura de Itapicuru e no ano seguinte o Decreto Estadual n° 8.342 de 14 de março de 1933 criou a subprefeitura de Jandaíra. O município de Itapicuru foi restabelecido com sede na subprefeitura do mesmo nome e desmembrado de Rio Real pelo Decreto Estadual n° 8.447 de 27 de maio de 1933 .

A Vila de Rio Real recebeu foros de cidade através do Decreto-Lei Estadual n° 10.724 de 30 de março de 1933.
Com o restabelecimento, pelo Decreto Estadual n° 8.464 de de junho de 1933 do município de Vila Rica, o território do distrito de Cajueiro foi desanexado do de Rio Real, voltando a integrar o de Vila Rica.
Também em 1933, através do Decreto Estadual n° 8.703 de 16 de novembro foi o município de Jandaíra restaurado como território desmembrado de Rio Real. Por fim, nas divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, bem como no quadro anexo ao Decreto n° 10.724 de 30 de março de 1938, o município em questão permanece constituído apenas por um distrito, o de Rio Real, situação que permanece inalterada.

Economia

O município de Rio Real tem na agricultura a principal base de sua economia.

As produções que se destacam são as de laranja e tangerina, ocupando os primeiros lugares, além do maracujá, coco, abacaxi, mamão e mandioca que também são produzidos em larga escala.

Na pecuária, destacam-se os rebanhos de bovinos (de corte e leiteiro), eqüinos e muares.

O município registra também a expansão no setor industrial e de comércio.

Cultura

Igreja Nossa Senhora do Livramento || Cerâmica ||

No aspecto cultural observam-se as tradições religiosas, em especial as representadas pelas festividades católicas, com destaque à Igreja Matriz, cultuando como protetora Nossa Senhora do Livramento, cuja devoção foi trazida pelos portugueses colonizadores.

A festa dedicada à padroeira é o maior evento do município.

Tradicionalmente a Festa era organizada pela família dos senhores de engenho, os "coronéis", que mandavam ornamentar o largo da igreja e seu interior.

Atualmente a Festa da Padroeira acontece no período de 30 de agosto a 08 de setembro, mantendo vivo o sentimento religioso de nossos pais e antepassados. São novenas, missas, quermesse e cantorias religiosas, atraindo multidões todas as noites.

O encerramento no dia 08 de setembro é marcado por alvorada festiva, missa solene, leilões de gado, caminhada pelas principais ruas e praças da cidade, acompanhando o "carro da Padroeira". Ao final, a queima de fogos e a benção do Santíssimo Sacramento.

Um evento que também atrai um grande número de visitantes é o São João.

Outra grande expressão cultural de Rio Real é a produção de cerâmica, ocupando lugar de destaque no cenário estadual e até nacional.

Localização

Rio Real situa-se no norte do estado da Bahia, na margem esquerda do Rio Itapicuru, separado do estado de Sergipe pelo Rio Real.

Distância da capital Salvador: 202,5 km

Município

O município de Rio Real é um dos maiores produtores de cerâmica, laranja e tangerina do Estado da Bahia.

A sede apresenta uma topologia ligeiramente acidentada, com ruas largas, jardins bem cuidados, com destaque à Praça Central.

O comércio é relativamente desenvolvido.

Aos sábados a feira é o principal atrativo, oferecendo uma infinidade de produtos, com grande movimento de moradores e pessoas de cidades vizinhas.

O clima é quente e seco no verão e úmido no inverno.

A bacia hidrográfica que banha Rio Real é composta por vários rios, entre eles o Itapicuru com seus afluentes, Pequara, Brejinho, Real e muitos outros. Existem também diversas lagoas e ilhas.

Os filhos do município são denominados realenses.

Na área rural do município são encontradas diversas fazendas que resguardam vestígios da época dos escravos.

Galeria de Fotos

Antes...


Hoje...

Praça ACM

Praça ACM

Portal Da Cidade

Caixa D’gua

Praça do Fórum

Praça da Rodoviária

Estação Ferroviária

Aí professora Carine na estátua do Cristo Redentor de Rio Real-Ba

A verdadeira história de Branca de Neve

A verdadeira história de Branca de Neve

Eu sou o Espelho Mágico, aquele da história da Branca de Neve. Agora depois desses muitos e muitos anos que se passaram, vou falar a verdade da história da Branca de Neve.

A verdade é que a Rainha Madrasta nunca foi má, tinha seus poderes mágicos por isso era Bruxa, mas não fazia mal a ninguém. Branca de Neve era muito má. Todos sabem que uma Boa Madrasta é uma mãe, mas Branca de Neve não reconhecia isso. Sempre que a Madrasta pedia que ela fosse fazer alguma coisa, Branca de Neve não fazia de pirraça.

Cansada de ser desafiada a Madrasta resolveu mandar Branca de Neve para umas férias, bem longe, em um sítio florido em meio ao bosque, cheio de pássaros e animais fofinhos para ajudar Branca de Neve a se acalmar. Para segurança da Branca de Neve a Madrasta ainda mandou um caçador de sua confiança tomar conta dela. Lá no bosque, onde Branca de Neve podia colher flores.
Branca de Neve malcriada como sempre, fugiu do lugar, dando língua e mangando do pobre caçador.
Perdida em meio a mata Branca de Neve se fez de boazinha, os pássaros logo vieram ajudá-la, a achar a saída do bosque, mas, Branca de Neve achou de quebrar galhos das arvores e os pássaros se afastaram dela. Quando anoiteceu aconteceu aquilo que a história conta, as árvores ficaram vivas e perseguiram Branca de Neve, que com tanto medo, acabou encontrando uma casinha.
-O susto bem que ela mereceu.
Quando chegou bem perto da casinha no meio da floresta, Branca de Neve logo disse:
- Ih... que casa pequenina, prefiro meu palácio, mas como não tem jeito fico por aqui mesmo.
Ela chamou, e não apareceu ninguém, então entrou na casinha, e já foi logo comendo da comida que achou.
- Eca! Que comida ruim, mas como tou com fome...
É bom eu dizer a vocês que Branca de Neve não parava de comer, comilona que só, era magra de ruim que era. Como estava cansada resolveu achar uma cama pra descansar, subindo as escadas ela viu sete camas. Pensa que ela achou bom? Que nada. Ela logo disse:
- Cama pequena, nem me cabe direito, dura, ninguém merece. Mas como tou cansada, vou juntar essas caminhas e ver se consigo dormir.
Enquanto isso os 07 anões que eram os donos da casa e trabalhavam na mina de diamantes, chegaram em casa e viram a porta aberta, ficaram muito assustados mesmo assim entraram em casa.
Quando subiram as escadas, ouviram um barulho parecido um rugido de leão, era Branca de Neve roncando, é bom você saberem que ela roncava mais que uma porca. Chegaram perto e viram que era uma mulher muito bonita. Acordaram-na com todo carinho e sabe o que ouviram? Branca de Neve deu um grito neles, perguntando quem tinha os mandado acordá-la. Percebendo que os anões ficaram com medo dela, Branca de Neve já se achou a rainha da cocada branca (como ela). E começou:
- Essa casa esta muito suja, a comida é muito ruim, vocês parecem que nem tem água... Eu vou cuidar daqui e vou morar aqui também, cuidem de se organizarem viu? Já sofri demais com minha madrasta para sofrer com umas coisinhas como vocês? De jeito nenhum.
Os anões concordaram, afinal, acharam bom ter alguém para tomar conta da casa enquanto eles estavam fora.
Branca de Neve todo dia chamava os anões de gnomos feios, fazia a comida de má vontade, dava até dor de barriga nos anões. Mas como os anões tinham medo dela, foram procurar a Madrasta e pedir ajuda.
Disseram:
- Rainha, não aguentamos mais os maus tratos daquela moleca mimada, a Senhora precisa dar um jeito.
A Rainha bondosa como sempre avisou aos anões que iria criar uma fórmula mágica em seu caldeirão, que teria o poder de fazer Branca de Neve dormir por alguns anos, e quando acordasse já seria uma mulher provavelmente já teria largado as mal criações. Os anões concordaram e foram trabalhar em um esquife de diamantes para colocar Branca de Neve durante os anos que ela dormiria.
A bondosa Rainha fez a porção e pensou:
- Como vou fazer Branca de Neve tomar essa porção tão forte? Já sei vou injetar em uma maçã e me disfarçarei de velhinha. Ela não vai resistir. E vai comer a maçã.
A Rainha então saiu em direção à casa dos anões, chegando lá ela chamou na porta e ofereceu maçã a Branca de Neve, que logo disse:
- A Senhora não tem vergonha de sair vendendo umas maçãs mixurucas dessas? Me tira de minhas ocupações pra me oferecer isso? Não quero nem de graça...
Por isso a Rainha deu a maçã a Branca de Neve para que ela comesse quando tivesse fome e foi embora. Branca de Neve detestou a maçã e ofereceu aos anões quando eles chegaram. Como eles já sabiam que era o combinado da Rainha, e não quiseram. Branca de Neve disse então:
- Como vocês não querem vou comer essa porcaria de maçã.
Imediatamente, engasgada com a maçã Branca de Neve adormeceu, para acordar depois de muitos anos. Os anões colocaram-na no esquife e estavam levando Branca de Neve para uma caverna. No caminho encontraram um príncipe que apaixonou-se por ela e quis logo beijar aquela menina.

Quando a beijou, ela desadormeceu. Pensa que Branca de Neve agradeceu ao príncipe pelo beijo? Que nada. Ela disse:
- Quem te autorizou me beijar seu ousado? Com esse bafo de leão? Quem permitiu? Foram esses gnomos feiosos? Deixa estar que me acerto com eles.
O príncipe pediu Branca de Neve em casamento. E Branca de Neve respondeu sem nem pensar:
- Casar com você? Deus me livre! Quero saber de casar não. Vou ficar com esses anões feiosos mesmo. Vasa príncipe. Vai virar sapo.
E para que essa história não fosse divulgada o Rei resolveu criar a história que todos conhecem como a história da Branca de Neve e sete anões.